Para quem atesta

O laudo deixa de ser um PDF perdido.

A sua empresa produz a informação mais qualificada que existe sobre um veículo — e ela é entregue num arquivo que some na pasta de downloads do cliente.

A situação hoje

O que trava

O laudo tem vida curtaVale para aquela negociação. Na próxima, o comprador paga outro.
A sua marca não acompanhaO trabalho técnico é seu, mas o documento circula sem nada que o ligue à sua empresa depois.
O mesmo veículo é vistoriado várias vezesSem base comum, cada transação recomeça a inspeção do zero.
O que muda

A diferença prática

O laudo entra na história do veículo

Com data, escopo e a sua empresa como origem — permanentemente.

A sua assinatura fica

Quem consultar o veículo daqui a cinco anos vê que foi a sua empresa que atestou.

Vistoria da rede pesa mais

Laudo emitido por empresa da rede entra como Verificado na régua de confiabilidade.

Como funciona

Do começo ao fim

  1. 01Cadastra a empresa

    A vistoria entra como origem reconhecida da rede.

  2. 02Publica o laudo

    Pelo Office ou por API, ao concluir a inspeção.

  3. 03O veículo acumula

    O laudo passa a fazer parte da linha do tempo do veículo.

  4. 04O mercado consulta

    Comprador, loja e seguradora veem o seu atestado quando consultam o veículo.

Por onde você entra

Eventos e integrações

Publique laudos por API ou pelo Office, com contratos versionados.

Perguntas frequentes

O essencial, respondido.

Não. O que entra na história é o registro de que a vistoria ocorreu, com escopo, data e origem. O acesso ao conteúdo detalhado segue a governança de quem tem relação legítima com o veículo.

Muda a demanda de lugar: menos reinspeção do mesmo veículo, mais valor por laudo que permanece e que carrega a sua marca.

Fale com um especialista para receber a documentação de integração.

Comece pelo que resolve o seu dia de hoje.

O histórico do veículo se constrói por cima disso, sem trabalho a mais.